Nota de Osvaldo Vieira a respeito das acusações proferidas contra sua pessoa


 Meus amigos e minhas amigas, ontem ao chegar em casa recebi com perplexidade prints de postagens em redes sociais, onde familiares e apoiadores do Prefeito de Campo Grande me acusavam de ter agredido o senhor João Moura, pessoa de idade e que se recupera de uma cirurgia recente.

Confesso que fiquei espantado e indignado com tamanha calúnia, sobretudo porque sequer cheguei a ver o mencionado senhor, muito menos ter desferido qualquer agressão física ou verbal contra o mesmo.

Quem me conhece sabe da minha conduta e que sou incapaz de agredir alguém. Sempre fui um cidadão de paz, não tendo ao longo de toda a minha vida me envolvido em brigas ou confusões e não seria hoje, com mais de 50 anos de idade, que me prestaria a esse papel.

Tenho minha consciência tranquila e a certeza de que tudo isso não passa de um jogo sujo, tentando criar um fato político para que a população tire o foco da desastrosa administração que o atual gestor vem fazendo e das inúmeras respostas que eles vem recebendo em cada casa que visitam, em razão das muitas promessas não cumpridas.

Em nenhum momento levantei da mesa onde estava sentado com os amigos no bar da Peixada, em nenhum momento, como eu disse, sequer avistei o senhor João Moura, mas tão somente o seu neto, que em um tom arrogante e autoritário mandou que eu retirasse meu carro que estava estacionado próximo a sua casa. Sem entender o motivo de tal ordem, questionei o porquê deveria retirar meu carro se ele não estava estacionado em frente a garagem, nem descumprindo nenhuma norma de trânsito.

Irredutível, o mesmo insistiu que meu veículo não poderia ficar naquela rua e foi acionar a polícia para retirá-lo de lá. Chegando ao local, a guarnição da PM de Campo Grande verificou que não havia nenhuma irregularidade e que tudo isso não passava de uma implicância ou de uma picuinha por motivos políticos, tendo imediatamente se retirado do local e voltado ao seu trabalho.

Reitero que em nenhum momento eu sequer levantei da mesa onde estava sentado, não tendo agredido verbalmente ou fisicamente o jovem que me importunava, tampouco seu avô que nem cheguei a ver.

Tenho inúmeras testemunhas de todo o ocorrido e não aceitarei que pessoas irresponsáveis e sem qualquer compromisso com a verdade tentem manchar minha honra e minha imagem, usando meu nome em um jogo político sujo. Tomarei as medidas legais cabíveis para preservar minha reputação e resguardar que outras pessoas não sejam vítimas de calúnias e difamações como eu fui.

Osvaldo Vieira

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