Governo do Estado continua incompetente no enfrentamento do problema da falta de segurança em Campo Grande e região

Definitivamente, a administração do governador Robinson Faria, do PSD, parece não ter competência para resolver o grave problema que é a falta de segurança pública no Estado do Rio Grande do Norte.

Na semana que passou, um casal de empresários foi alvo de uma poderosa quadrilha na cidade de Lucrécia, no Oeste do Estado, onde apenas um policial militar estava de serviço no Destacamento Policial Militar - DPM do Município.

Cercado no DPM por parte da quadrilha, o único policial de serviço naquele dia nada pode fazer ante o apelo da esposa do comerciante, que telefonava pedindo socorro. A essa altura, a outra parte da quadrilha tentava invadir a residência do casal, que está localizada num primeiro andar de um prédio cujo pavimento térreo abriga uma das casas de comércio do casal.

Tudo só não terminou em tragédia porque o comerciante resolveu se arriscar e, por conta própria, enfrentou o bando armado, que, surpreendido, resolveu empreender fuga.

No Pelotão Destacado da Polícia Militar de Almino Afonso, Município que é sede de Comarca, localizado também no Oeste potiguar, só existe serviço de internet porque os policiais ali lotados pagam por ele. O contrato junto à empresa que fornece o serviço está, inclusive, em nome, de um policial militar, que relatou ao Blog que não existe um computador do Estado na sede do Pelotão.

Na Companhia de Polícia Militar - CPM de Campo Grande, também na região Oeste norte-rio-grandense, dois ou no máximo três policiais militares ficam de serviço por dia, sendo também bastante reduzido o efetivo policial militar da Companhia de Polícia Militar de Caraúbas, outro Município oestano do Rio Grande do Norte.

Com empolgação, o governador Robinson diz publicamente que está investindo na segurança pública do Estado porque está realizando as promoções dos PM´s. Ora, ele está apenas cumprindo a lei, que manda o gestor realizar promoções de policiais quando estes preencherem seus requisitos, principalmente o de decurso de tempo mínimo necessário para cada promoção.

E vejam que no Rio Grande do Norte a maioria dos promovidos ao posto de Cabo PM, por exemplo, já deveria ter sido promovida à graduação de sargento PM.

Em todos os recantos do Estado, faltam efetivo, condições ideais de trabalho e meios para que funcione eficientemente o serviço de inteligência das Polícias Civil e Militar.

Fonte: O Messiense

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